Blog do Pediatra

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Meu filho não quer mais ir à escola, e agora?
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Dr. Sylvio Renan

Sempre que um pai ou uma mãe chega a meu consultório sem saber como lidar com o pequeno ou pequena que não quer ir para a escola, antes de tudo, tranquilizo-os dizendo que é comum a criança, em qualquer idade, sentir-se insegura ou cansada para enfrentar a rotina da escola. Isso também pode se refletir nas tarefas de lição de casa ao longo do tempo.

O que costumo indicar é que os familiares sempre incentivem e mostrem para a criança que a escola é um lugar de descobertas e de aventuras, que além de conhecer novos amiguinhos e amiguinhas, ela também vai descobrir mistérios da natureza, da ciência e da história, além de conseguir ler, ela mesma, as histórias do livro que deseja.

Contudo, para a criança que a despeito das motivações dos pais, continua a relutar para ir à escola, aconselho a observação sobre mudanças de comportamento, como medo, tristeza, choro ou ansiedade persistentes, que podem indicar alguma ocorrência negativa ou traumática com a criança na escola que possa ter gerado este processo de rejeição, como bullying, falta de acolhimento em necessidade especiais, dificuldade com o ritmo das atividades e assim por diante.

Feito isso, é procurar meios de descobrir sutilmente com a criança o que pode ter acontecido, não em forma de questionamentos diretos sobre problemas, mas inserindo perguntas sobre amigos, professores, atividades de que mais gosta, menos gosta e o que gostaria de mudar se pudesse, e por quais motivos.

Procurar a escola, a professora para identificar deles alguma percepção sobre a criança também é importante e, em casos mais complexos, a busca de auxílio profissional, com psicólogo, pode ser uma boa saída, tanto para a criança como para os pais.

Por fim, converso com os familiares para que sempre escolham a escola que ofereça um ambiente convidativo, motivacional, prazeroso e marcante para a criança, e que integre o processo pedagógico neste contexto. Isto influenciará na aprendizagem, na convivência com todos na escola e em seu desenvolvimento como um todo.

 


Educação financeira infantil: investimento muito além da mesada
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Dr. Sylvio Renan

Muitas vezes, aqui no consultório, os pais me perguntam quando é o momento de introduzir a recompensa financeira, a famosa mesada, na rotina da família e quais os limites ou regras mais importantes para o ensino financeiro da criança.

Acontece que a educação financeira infantil vai muito além da mesada, porque contribui e incentiva a criança com aspectos como organização, planejamento, disciplina e responsabilidade. E tudo isso terá reflexo na vida adulta: a relação que se deve ter com o dinheiro. Ou, o que é preço e o que é valor.

Entre os 6 e 7 anos, meninos e meninas passam a perceber o mundo ao seu redor com muito mais clareza e, consequentemente, querem mais desse mundo. É a fase “mamãe, quero isso, papai, quero aquilo.”. Mas, em vez de tornar esse processo uma dor na cabeça, os pais podem transformar o consumismo da criança em aprendizado.

A ideia, segundo Álvaro Modernell, especialista em economia financeira infantil, é fazer com que a criança entenda que, ao receber dinheiro, ela também recebe o poder de escolha, e isso sempre vai acarretar em perder alguma coisa para conquistar algo mais valoroso no final.

Como pediatra, não recomendo atrelar o ganho financeiro com as tarefas domésticas ou escolares do pequeno, porque uma coisa é obrigação, outra é o aprendizado monetário. A mesada não precisa vir de uma tarefa ou de um comportamento, mas sim de um acordo entre pais e filhos.

Como orienta Modernell, a mesada pode ser calculada por R$ 1,00 para cada ano da criança. Assim, aos 6 anos, a criança receberá R$ 6,00 toda semana e, aos poucos, entrando na adolescência, por exemplo, o valor pode ser triplicado, tornando-se mensal. É claro que todo valor deve ser previamente acordado entre os pais, levando em consideração as condições da família.

Também é de suma importância manter o diálogo com o pequeno desde cedo para explicar a importância de anotar o valor ganho, os gastos e quanto foi economizado no mês. Assim, a criança perceberá o quanto precisará economizar, e por quanto tempo, para realizar um objetivo maior.

É quanto a esse “objetivo maior” que os pais devem debruçar-se em esforços para que as crianças entendam os benefícios de poupar, fazer escolhas e se planejar. Muitas vezes, esse objetivo final é muito mais caro do que elas podem esperar poupando. Neste momento, os pais podem se oferecer para dar parte do dinheiro para complementar, caso a criança consiga entregar um valor “x”.

A educação financeira infantil traz com sutileza um dos problemas mais comuns da vida adulta, que é lidar com as próprias finanças. Com a ajuda dos pais, esse aprendizado pode se tornar um prazer rodeado de conquistas, fazendo do poupar dinheiro, e do controle dos gastos, uma experiência agregadora de conhecimentos e práticas para toda a vida. E tudo isto associado a um maior relacionamento entre pais e filhos.


Catarata e glaucoma em crianças sob uso prolongado de corticosteroides
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Dr. Sylvio Renan

Oftalmo_Nefro

A nefropediatra Maria Cristina Andrade, da clínica da MBA Pediatria e mestre e doutora em pediatria pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), apresentou recentemente uma importante pesquisa desenvolvida pelo Departamento de Oftalmologia e Ciências Visuais da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

O Departamento de Oftalmologia avaliou 30 pacientes pediátricos, com média de 11 a 14 anos de idade, do ambulatório de Nefrologia Pediátrica da mesma Universidade. Conforme a especialista, a pesquisa verificou casos de catarata e glaucoma em crianças com síndrome nefrótica sob tratamento contínuo com corticoide.

A Síndrome Nefrótica é uma doença caracterizada por eliminação exagerada de proteínas na urina (proteinúria). A probabilidade é de 16 casos para cada 100.000 crianças e o tratamento geralmente requer corticoterapia sistêmica em altas doses e por tempo prolongado. Por isso, o estudo sugere uma relação entre corticoterapia e maior risco de desenvolvimento de catarata e glaucoma.

Os pesquisadores observaram que os efeitos colaterais dos corticoides na síndrome nefrótica, a longo prazo, são consequências de elevadas doses e tratamento prolongado, além da susceptibilidade individual dos pacientes. O impacto da catarata e glaucoma no desenvolvimento visual de crianças necessita de exame oftalmológico, primordialmente, quando sob uso prolongado de corticosteroides sistêmicos.

Já se sabe que em adultos o uso prolongado de corticosteroides pode causar catarata subcapsular posterior (SCP) e nuclear, exoftalmo (protuberância do olho para fora da órbita), e/ou aumento da pressão intraocular (PIO), que pode resultar em glaucoma ou causar danos ao nervo óptico. Os efeitos de corticosteroides na fisiopatologia são similares nas populações adulta e pediátrica.

Embora não possibilite a real correlação entre efeitos colaterais com dose e tempo de tratamento, o estudo revelou uma alta prevalência de catarata subcapsular (15%), possibilitando ainda a elevação da pressão intraocular numa porcentagem significativa de pacientes sob corticoterapia sistêmica, o que sugere que tais crianças tenham mais risco de desenvolver catarata.

Por fim, é importante que pais, cuidadores e mesmo educadores fiquem atentos à saúde da criança, que deve realizar exames de rotina no período estabelecido pelo pediatra, conforme a idade.


Pais, filhos e a internet
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Dr. Sylvio Renan

O uso das tecnologias no dia-a-dia de crianças e adolescentes 

O uso das tecnologias no dia-a-dia de crianças e adolescentes 

Geralmente, a rotina de uma família é: acordar os filhos, levá-los ao colégio, seguir para o trabalho, buscar as crianças e voltar para casa. Teoricamente, nesta “última” fase do dia, crianças e adolescentes brincam com os pais, fazem as lições de casa, tomam banho, jantam e, então, hora de dormir, certo? Bom, para algumas famílias este cotidiano mudou um pouco nos últimos anos.

Cada vez mais, é comum smartphones e tablets como acessório particular da garotada, o que faz com que o roteiro narrado acima tenha se modificado, pelo menos para a grande maioria. E não é pra menos: no Brasil, 50% dos lares têm acesso à internet e 168 milhões utilizam smartphones.

Na hora do jantar, da lição de casa e de dormir estes aparelhos estão sempre presentes, as crianças com seus joguinhos e os adolescentes nas redes sociais. Como conter ou controlar a ‘onda’ hi-tech dessa geração?

Sempre digo aos pais que visitam o consultório: “A criança vê, a criança faz”. Por exemplo, na hora do jantar os pais têm o costume de fazer as refeições “conectados” aos seus smartphones e, junto a isso, assistem à televisão. Naturalmente, seus filhos irão entender que é comum manter os eletrônicos por perto o tempo todo.

Claro que a escola já permite e até incentiva o celular como um meio de aprendizagem, com vídeos interativos, aulas, informações gerais e muito mais. O uso da tecnologia já é uma realidade em praticamente todo o universo escolar. Mas isso tem que ser dosado, tanto no que diz respeito à educação quanto como lazer, entretenimento.

Na hora de dormir, não recomendo o uso dos eletrônicos. A luminosidade e os sons, por exemplo, ativam certas áreas do cérebro e despertam ainda mais a criança e o adolescente, justamente quando eles precisam se aquietar e dormir. Além disso, a qualidade do sono pode ser comprometida, sem o devido descanso.

Para os pequenos ainda não alfabetizados, vale a pena ler histórias e colocar uma música mais calma, e aos maiores e adolescentes, incentivar a leitura. Isso contribui para uma noite mais tranquila, relaxante e garante maior disposição no dia seguinte.

Com os pequenos, estas orientações são mais fáceis de serem seguidas e aceitas. Mas, a partir de uma certa idade, quando começam a entrar na adolescência, nossos filhos têm comportamentos diferentes, sobretudo quanto aos horários, estudos e uso da internet, do celular. Mais para uns, menos para outros. Como já fomos adolescentes, sabemos que é assim que funciona, não é mesmo?

Por isso, sempre ressalto que, ao contrário do que muitos pensam, adolescentes também devem manter uma rotina de consulta com o pediatra, não só para acompanhar o desenvolvimento e crescimento físico, como também psicoemocional nesta fase da vida – que agora incluímos também o uso indiscriminado das tecnologias.

Neste sentido, o que recomendo em meu consultório é que os pais fiquem atentos ao que acontece com seus filhos, que tenham um bom diálogo com eles, que divirtam-se e aprendam on e off-line juntos. Negocie tarefas, horários, deveres, horas para o lazer, para os estudos e a quantidade de tempo para acessar a internet. Adolescentes não gostam de compartilhar seu mundo virtual e a individualidade deles deve ser respeitada, mas não esqueça: criança vê, criança faz. E com os adolescentes é exatamente a mesma coisa.


Pais e educadores devem saber como prevenir a anafilaxia na escola
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Dr. Sylvio Renan

BLOGDOPEDIATRA

A anafilaxia é uma grave reação alérgica que pode levar o indivíduo a óbito, ocasionado em decorrência da ingestão de alimentos, picadas de insetos, materiais produzidos com látex ou medicamentos. A reação pode ocorrer dentro de um minuto ou horas após a exposição a um alérgeno. São muitos os fatores que podem provocar tanto alergia como anafilaxia. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os quadros alérgicos vêm aumentando em todo o mundo e 25% dos casos de mortalidade por reação anafilática ocorrem na escola.

Além da atenção dos pais, educadores e funcionários das escolas também precisam saber identificar os sintomas, uma vez que é o local onde crianças e adolescentes passam a maior parte do dia.

Os principais sintomas da anafilaxia são urticárias na pele, inchaço, coceira ou vermelhidão, rouquidão súbita, edemas labiais, problemas gastrointestinais, respiratórios ou cardiovasculares [queda de pressão]. A reação alérgica aguda é subestimada por não ter nenhuma notificação obrigatória, o que torna difícil a validação de sua prevalência. Contudo, alguns artigos científicos apontam, em torno, de 4 a 50 casos por 100 mil pessoas.

O diagnóstico da anafilaxia é clínico. Por isso, os pais, assim como profissionais da escola, professores, coordenadores, diretores e responsáveis pelo transporte escolar devem ter o prévio conhecimento se a criança é alérgica, para contribuir com o rápido atendimento médico. É importante que as escolas tenham nas fichas dos alunos os registros de antecedentes de todas as doenças, assim como alergias. Ao mesmo tempo, ter a listagem das substâncias alérgenas. Relacionado a isso, vale lembrar que no ano passado a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou uma Resolução que obriga a informação na rotulagem em 17 principais grupos de alimentos e bebidas.

Anafilaxia na escola

Se a reação alérgica acontecer no ambiente escolar, os responsáveis devem transferir o paciente com urgência para o posto de atendimento médico mais próximo, para garantir melhores possibilidades de sobrevivência. Habitualmente, são utilizados corticosteróides e derivados de adrenalina, mas tais medicamentos devem ser aplicados por via parenteral (injeção ou cateter nas veias periféricas) e na dosagem correta, que varia de acordo com o peso da criança e/ou do adolescente.

O medicamento não pode ser aplicado por qualquer pessoa; apenas por profissionais habilitados/treinados. Caso a escola tenha uma equipe treinada para o atendimento emergencial e monitoração da situação até a chegada de socorro médico, essa então deverá prestar os primeiros socorros, de acordo com os protocolos.

Ter conhecimento da reação alérgica dos alunos e equipe devidamente treinada para situações emergenciais dentro das escolas é de extrema importância para prevenir tragédias, que podem ocorrer mesmo sob muita vigilância.

Para prevenção de casos graves de anafilaxia, a SBP produziu um “Guia Prático” para escolas e pais, que pode ser conferido aqui.

Anafilaxia X Asma

Sendo um capítulo à parte, as crianças asmáticas merecem atenção redobrada dos pais e profissionais da escola, pois nestes casos a reação pode ser ainda mais grave e fatal.

Especialistas em Alergia e Imunologia Pediátrica da SBP entregaram no início deste ano um abaixo-assinado ao Ministério da Saúde solicitando a disponibilização imediata da adrenalina injetável para pacientes com predisposição à anafilaxia e/ou asmáticos, que correm riscos de crises fatais fora do ambiente hospitalar. Saiba mais sobre a solicitação da SBP ao Ministério da Saúde aqui.

 


Abandonar acompanhamento pediátrico pode comprometer a saúde das crianças
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Dr. Sylvio Renan

Abandonar o pediatra

Abandonar o acompanhamento pediátrico pode comprometer a saúde das crianças


Visto como exagero por muitos, a cada ano a área pediátrica vê aumentar o caso de pais que abrem mão das consultas periódicas e retornam aos consultórios quando seus filhos não apresentam uma boa saúde e são diagnosticados com doenças que poderiam ser evitadas ou tratadas a tempo, caso tivessem acompanhamento regular.

Para muitos pais é normal levar seguidamente seus filhos ao pediatra, principalmente nos primeiros anos de vida. Depois, conforme a criança cresce, as consultas são mais espaçadas. No entanto, a pediatria parte do princípio de que o corpo da criança está em pleno desenvolvimento, em crescimento e que levar e manter os pequenos ou os adolescentes nas consultas ao pediatra é uma atitude preventiva.

Recomendo que o acompanhamento por um pediatra seja feito a partir do nascimento e até mesmo por volta dos 21 anos de idade, o que pode parecer estranho, mas é somente nessa idade que o crescimento finda. O ideal é que as consultas sejam mensais durante o primeiro ano, trimestrais, durante o segundo, semestrais, dos 3 aos 7 anos, e anuais daí por diante.

Em virtude do afastamento do consultório pediátrico, algumas das doenças diagnosticadas tardiamente como o diabetes, as doenças de tireoide, doenças endócrinas, e até a Doença Renal Crônica (DRC) poderiam ter sido diagnosticadas precocemente. Essas doenças podem ser bem controladas antes que ocorram sequelas e só nas consultas que podemos trabalhar na prevenção, como é o caso das vacinas, que tem indicação para cada fase da vida.

Vacinas
A vacinação é fundamental para a prevenção de inúmeras doenças, sobretudo na infância e na adolescência. A coqueluche, doença infecciosa aguda, transmitida pelas vias respiratórias e que compromete o aparelho respiratório, teve um grande aumento no número de casos nos últimos anos. Segundo alguns especialistas, muito em virtude do abandono da vacinação em crianças e adolescentes.

No mesmo rol das vacinas também está o HPV, vírus que atinge a pele e as mucosas e que pode causar verrugas ou lesões percursoras de câncer. A prevenção do HPV e do câncer do colo do útero inicia-se com uma vacina própria para as meninas, já a partir dos 11 anos de idade.

Infelizmente, há tabu e falta de conhecimento no que diz respeito às vacinas. O medo tem afastados os pais – e seus filhos – da imunização. Este é um fenômeno mundial, quase sempre baseado em falsas informações, e que prejudicam negativamente a proteção de crianças e adultos contra moléstias infecciosas.

Doenças que podem ser prevenidas com a vacinação:

  • Meningites;
  • Poliomielite;
  • Rotavirose;
  • Caxumba;
  • Sarampo;
  • Catapora;
  • Coqueluche;
  • Hepatites;
  • HPV;
  • Rubéola;
  • Febre Amarela;

Obesidade
Outra importante função da consulta ao pediatra é a capacidade que o médico tem em olhar aspectos afetivos e comportamentais, que geralmente afetam a saúde da criança. Caso da obesidade infantil, decorrente de maus hábitos alimentares que nós só constatamos no retorno dos pais, quando já estão assustados com o sobrepeso ou sintomas piores do quadro de obesidade.

Adolescentes devem ir ao pediatra
Acompanhar o desenvolvimento dos adolescentes também é de extrema importância. Nesta fase ocorre o crescimento físico exponencial e as alterações psicológicas, que devem ser monitoradas para garantir que a criança se torne um adulto forte, saudável e capaz.

Para os meninos, é indicado consulta anual e, em casos pontuais, como quando há comprometimento do sistema reprodutor, será encaminhado para um especialista. Para as meninas, além das visitas anuais ao pediatra, é necessário procurar um ginecologista, que informará a periodicidade das consultas.

Prevenção
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), existe a tendência das crianças nascidas atualmente viverem até os 120 anos de idade! E isso só aumenta a responsabilidade da pediatria em buscar uma vida mais saudável, com orientações de dietas, atividades e atitudes que proporcionarão às crianças um alicerce que permitirá não só a longevidade, mas qualidade de vida no futuro.

 

Abraço e até mais,
Dr Sylvio Renan


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